Editorial

Heliana Conde

Resumo


O ano de 2018 não foi nada fácil para uma revista como Mnemosine, cuja equipe, minimalista e minoritária, move-se à base da potência proporcionada pela alegria – foi árduo mantê-la(s) e mesmo incrementá-la(s) quando isso se fez indispensável ao lançamento do(s) número(s).

Mas, afinal, embora com certo atraso – após o Carnaval de 2019! -, eis o segundo de 2018. Colaborações não faltaram e continuam a chegar, na contramão do empreendedorismo acadêmico e dos autoritarismos à espreita, alinhadas, ao contrário, com saberes e práticas insurgentes, noturnos, desacomodados.

Toda essa força merece agradecimentos pela generosidade que a caracteriza, e que é  inseparável de seu rigor e qualidade. Porém cumpre destacar que uma vez mais nossa seção Biografia remete a um grupo, o da Saúde Coletiva brasileira, em fogosa articulação com a Análise Institucional. Solange L’Abbate, colaboradora de primeira hora de Mnemosine, nos ofereceu a conferência e as fotos que tão bem retratam a história desse encontro intempestivo. Obrigada.

Obrigada ainda a Simone Serafim e a Daniel Maribondo, sempre atentos e cuidadosos com nossa nanica. Também a Rosimeri Dias, que nos aproxima mais da UERJ, pois estamos precisando. E aos nossos leitores, os quais logo reclamam quando o acesso não é possível, ajudando-nos a manter Mnemosine de pé apesar dos “percalços internéticos”.

Até julho, com novidades.

Boa leitura!

 

Heliana de Barros Conde Rodrigues  


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