Atendimento terapêutico ou modelos que confinam? Comunidades Terapêuticas em xeque

Ricardo Pimentel Méllo, Morgana Moura, Dolores Galindo

Resumo


Este ensaio problematiza as políticas de enclausuramento e docilização que orientam as comunidades terapêuticas voltadas ao pretenso tratamento de pessoas que usam substâncias psicoativas consideradas drogas pelo Estado. Adota como analisador o modelo terapêutico utilizado pela maior rede de comunidades terapêuticas do Brasil, a Fazenda da Esperança. As reflexões são tecidas em uma conversa com aportes teóricos antimanicomiais e da análise institucional. Argumenta-se pela importância de terapêuticas que potencializam, em contraposição às práticas de confinamento e docilização, as quais cada vez mais se fortalecem como modelos norteadores das políticas sobre drogas, no Brasil.

 


Palavras-chave


Comunidades Terapêuticas; Políticas das drogas; Análise institucional

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