Editorial

Heliana de Barros Conde Rodrigues

Resumo


Mnemosine não vai sair nunca? A UERJ não vai reabrir? – ouvia-se por aí. A segunda frase, decerto, bem mais do que a primeira, há que reconhecer e se alegrar com isso.

Mnemosine é um periódico eletrônico da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Como a UERJ, anda com algumas dificuldades. Porém, novamente como a UERJ, resiste e vive. Além de educar, graduar, pós-graduar, pesquisar, cuidar, curar, etc., a UERJ, universidade pública do estado do Rio de Janeiro, vejam só, também edita.

E assim como para resistir e viver nossa universidade conta tanto com suas próprias forças quanto com alianças insurgentes, para editar ela se apoia em ambas: assessoria técnica (Daniel Maribondo), secretaria (Simone Serafim), autores e pareceristas (a conferir no sumário) nunca faltaram, mesmo nos momentos mais difíceis.

Talvez porque se perceba por toda a parte que o Estado não suporta liberdades, o número vem repleto delas, em especial na voz de Walter Benjamin, eventualmente aliada às de Nietzsche, Foucault, Deleuze, Guattari....

Mas “que importa quem fala”, afinal, se Mnemosine só deseja vir ao mundo para merecer “respeito e paciência”, ou seja, para tudo perturbar? – diriam decerto, dessa “nanica”, o escritor e o poeta, e dizemos nós exatamente o mesmo da UERJ.

Há ainda a cota do escrito tradicional, pano de fundo. Mas a novidade, como sempre, não se ausenta: uma resenha de filme, em lugar das de livro, surpreende.

Muita força, muita beleza, muita criação. Na UERJ e em Mnemosine.

Juntas, vivas, sempre em boas-más companhias...

Boa leitura e até breve! Estaremos de volta.

Heliana de Barros Conde Rodrigues

 

NOTA: a reitoria da PUC-SP, neste já 2017, insiste no absurdo processo por assédio moral ao Professor Edson Passetti.

Mnemosine protesta.

Para acompanhar essa insurgência, acesse o abaixo-assinado:  https://goo.gl/LrNiZt

Cartas, notas e moções de apoio: http://migre.me/vvbNz


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