Editorial

Heliana de Barros Conde Rodrigues

Resumo


Por algum tempo, Mnemosine “caiu”; ou melhor, esteve desaparecida... Daniel Maribondo, nosso eterno socorro “mnemotécnico”, pois entende como poucos de domínios e registros, pôs à vista ao menos o último número. O suposto desastre funcionou como um analisador: temos leitores! Com alguma frequência, enviamos artigos mais antigos a pessoas que os solicitavam, e eventualmente com urgência.

Mas a revista já está de pé, embora este exemplar venha com certo atraso. Bem..., não nos pediram artigos nos últimos meses: alguém lê revistas nos períodos quentes da história, quando as letras se afogam nas vozes analisadoras das ruas?

Coincidentemente ou não, este 2013.1, mais volumoso que o habitual, muito fala de “modos de pesquisar” substitutivos à higiene positivista. Também reativa uma experimentação rara em nossas páginas – a resenha – e instaura mais uma novidade – a apresentação em evento.

Acima de tudo, Mnemosine permanece atenta às amizades e aos exercícios de liberdade.

Obrigada aos autores pela paciência, aos pareceristas pela presteza, a Daniel Maribondo e Simone Serafim pelo cuidado.

Boa leitura!

 

Heliana de Barros Conde Rodrigues     


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