Clio e psyché – à procura de novos futuros

Vírginia Fontes

Resumo


O artigo analisa os desafios colocados para a história e para a psicologia, os quais, muitas vezes, têm recebido soluções criticadas pela autora, que ora promovem fusões equivocadas – uma história psicologizante – ora tendem para generalizações estéreis. Como exemplo de um modo produtivo de relacionar esses dois saberes, cita-se o livro de Marcel Proust, “Em Busca do Tempo Perdido”, obra de ficção, na qual o histórico e o psicológico se articulam, sem entretanto esgotar o desafio, que permanece, de construir um projeto cognitivo, e não somente ficcional, capaz de enfrentar as tensões e lidar com os conflitos constituintes tanto da história quanto da psicologia.

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